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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Existe homem perfeito?


Não há mulher que nunca tenha idealizado o homem perfeito. Porém, a realidade é bem diferente e quando não nos damos conta disso antes de engatarmos um relacionamento, na certa encontraremos pela frente desilusões e muitosofrimento.

Quem faz esta constatação é o Dr. Mário Sabha Jr., PhD em Neuroanatomia Humana e Terapeuta Metafísico. “O relacionamento não faz as pessoassofrerem, mas em decorrência das inúmeras ilusões que as pessoas criam, mesmo que imperceptivelmente, acabam experimentando um relacionamento amargo”, afirma.

Quando a vida a dois está em crise, acontece também a falta de desejo, de beijo e de abraço, levando o casal ao que o especialista chama de neurose a dois. Dr. Sabha explica que essa neurose é uma parte da nossa personalidade que não se desenvolveu. Somos cobrados socialmente a sermos ou parecermos o que não somos. Desta forma, não ressaltamos os nossos potenciais, apagando a naturalidade que nos diferencia das outras pessoas.

“Nos relacionamentos acontece algo parecido. Cada uma das partes espera que o parceiro ofereça a segurança, o apoio, a força e o potencial que ela mesma reprimiu em si no passado”. A partir daí, surgem as cobranças e brigas de disputa pelo poder de dominação para que o outro mude e preencha suas carências. “Neste momento, está instalada a neurose e a imaturidade afetiva na vida do casal”, completa o terapeuta.

Segundo o Dr. Mário, algumas pessoas acham que são mais respeitadas quando dizem que estão casados. E muitas delas confessam que ainda esperam que o parceiro mude, mesmo depois de 20 ou 30 anos de relacionamento. “Este comportamento contribui para a acomodação. Além disso, é uma situação conveniente para quem se torna dependenteemocionalmente e financeiramente do outro”.


Essa situação pode dar origem a muitas doenças físicas, uma vez que elas começam no campo emocional e psicoafetivo. Conheça algumas delas:


- Insegurança e o medo: problemas renais, dores ciáticas e nos ossos;


- Irritação e raiva: problemas no fígado e vesícula biliar;


- Preocupações e ansiedade: problemas no estômago, tecido conjuntivo e baço, diminuindo a ação do sistema imunológico;


- Tristeza e pesares: problemas no trato respiratório, pulmonares e gastrointestinais;


- Mágoas e instabilidades de humor: problemas de pressão arterial e do coração.


Essa sucessão de desilusões terá fim quando a pessoa passar a enxergar a realidade à sua volta. “Desquitem-se dos ‘parceiros ideais’, pois eles só existem no mundo da imaginação, e casem-se com o parceiro ‘real’. Olhe para a pessoa que está de verdade ao seu lado. Ela geralmente tem muito a oferecer. Caso contrário, sempre que você se relacionar com o homem real vai se decepciona, porque ele não chega aos pés do parceiro idealizado”, alerta Dr. Mário



    sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

    Malefícios do Crack



    Pacientes Especias na odontologiaO crack deriva da planta de coca. Para produzir o crack, a pasta de cocaína é diluída em solventes. O ácido sulfúrico está entre eles. Outra substância com capacidade parecida de destruição é o ácido clorídrico que, quando inalado, pode causar ferimentos graves na garganta e na boca. Também são usados bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, entre outras substâncias. O produto transforma-se em grãos fumados em cachimbos. O usuário aspira o vapor para dentro de seus pulmões, entrando na corrente sanguínea. Como o crack é inalado na forma de fumaça, ele chega ao cérebro muito mais rápido que a cocaína em pó.Ao mesmo tempo em que cria uma sensação de alegria no usuário, o crack também deixa muitos efeitos significativos e potencialmente perigosos no corpo. .A ação do crack é sobre o sistema nervoso central, provocando aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação, maior aptidão física e mental. Os usuários apresentam problemas no sistema respiratório como congestão nasal, tosse, expectoração de muco preto e sérios danos nos pulmões. A droga também pode afetar o trato digestivo, causando náusea, dor abdominal, perda de apetite com consequente perda de peso e desnutrição. Se inalado junto com o álcool, o crack aumenta o ritmo cardíaco e a pressão arterial o que pode levar a resultados letais. Os efeitos psicológicos imediatos do Crack são: euforia, sensação de poder e aumento da autoestima. Com o uso constante da droga, aparecem um cansaço intenso, uma forte depressão e desinteresse sexual. Com o tempo, o usuário fica inquieto e irritado. Em grandes quantidades, o crack pode deixar a pessoa extremamente agressiva, paranoica e fora da realidade. O cuidado pessoal passa a não existir mais e a autoestima fica baixa. A droga destrói os neurônios e promove a degeneração dos músculos do corpo (rabdomiólise), causando a aparência esquelética no indivíduo: ossos da face salientes, pernas e braços finos e costelas aparecendo.
    As pessoas que o utilizam o crack, mesmo poucas vezes, correm riscos de sofrer infarto, derrame, problemas respiratórios e problemas mentais sérios. A gravidade do crack é maior porque sua dependência se instala em pouco tempo no organismo. Na boca, podem ser observadas queimaduras nos lábios, língua e garganta por causa da forma de consumo da substância. No caso de compartilhar o cachimbo, essas lesões podem aumentar o risco de contaminação pelo vírus HIV (AIDS), das hepatites B e C, herpes entre outras infecciosas.Ao entrar em contato direto com a boca, a fumaça danifica o esmalte, a gengiva e os nervos dos dentes, pois existe a redução da capacidade tampão da saliva (manter estável pH da boca), a diminuição da quantidade de cálcio e fosfatos facilitando a erosão dentária. Isso é causado pelo ácido sulfúrico, que faz parte da composição química do crack, e promove uma maior desmineralização no esmalte dentário. Parece haver redução no fluxo salivar de usuários, o que favorece a maior prevalência de cáries. São referidas, na bibliografia e observações clínicas, muitas perdas dentárias em usuários de crack. É observada também maior prevalência de câncer de garganta.
    A inflamação nos tecidos que suportam os dentes (doença periodontal), inflamação na gengiva (gengivite), mau hálito (halitose), inflamação nos cantos da boca (queilite angular) e lesão causada por fungos, conhecida como sapinho (candidíase), são os principais achados em pacientes que fazem uso de drogas. A perda da autoestima e mudanças no padrão de comportamento influem no descuido quanto à higiene geral e bucal . É dever dos profissionais da área de saúde identificar e saber tratar um paciente usuário de drogas ilícitas, minimizando seus efeitos e acompanhando para o tratamento no vício. A odontologia tem possibilitado a atuação de um maior número de profissionais no tratamento especializado ao paciente que faz uso de drogas que, por suas características, constitui uma nova categoria de paciente especial.
    Os principais efeitos da cocaína, do crack e do álcool na boca e nos dentes são:
    Diminuição de saliva (xerostomia)
    Problemas periodontais
    Cáries
    Perda de dentes Fernanda FrancoEspecialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais

    domingo, 21 de março de 2010

    Aquecimento causará aumento de alergias e doenças, adverte agência

    Folha de São Paulo
    da France Presse, em Paris
    As mudanças climáticas terão efeitos indiscutíveis na saúde, como o aumento das alergias e doenças transmitidas por mosquitos, e o aumento de problemas intestinais ligados à falta de água, advertiram nesta sexta-feira (19) em Paris especialistas em clima e saúde.
    "Em 2050, um em cada dois verões (hemisfério norte) se assemelhará à onda de calor de 2003", que na França causou a morte de milhares de pessoas, indicou o diretor da Agência Sanitária do Meio Ambiente e do Trabalho (AFSSET), Dominique Gombert.
    Segundo ele, já é possível prever que o aumento das temperaturas durante o verão provocará um forte avanço da mortalidade entre as pessoas mais velhas, ou frágeis.
    Além disso, as ondas de frio serão mais intensas, inclusive mais mortíferas, acrescentou o diretor.
    Alguns poluentes --como as partículas finas--, também aumentarão, devido ao aquecimento global, acrescentou. "Serão mais precoces e permanecerão por mais tempo", explicou Gombert.
    "Esta poluição terá os mesmos efeitos dos picos de poluição atuais, que geram um aumento das doenças respiratórias (bronquite, asma) e problemas cardiovasculares, assim como uma sensibilidade maior às infecções causadas por micróbios", advertiu.
    Redistribuição de vegetação
    O aquecimento global provocará uma redistribuição da vegetação no território: por exemplo, a oliveira terá uma tendência de crescer melhor no norte.
    Além disso, acrescentou, os períodos com muito pólen vão aumentar, o que provocará mais casos de alergias, indicou.
    São previstos também outros problemas de saúde, como cânceres de pele, devido à intensificação dos raios solares, e o aumento das doenças como a febre tifóide ou a cólera, porque a água será mais escassa e mais contaminada, alertou.
    O especialista ressaltou que, embora as ameaças dos efeitos do aquecimento planetário pareçam claras, as medidas para proteger a saúde das pessoas são menos evidentes.
    Para reduzir os fatores de risco, será preciso desenvolver a cultura da "adaptação", mas essa meta se depara com dificuldades, como a falta de interesse dos médicos, afirmou outro especialista.
    "O aquecimento global é um tema que interessa aos meios de comunicação, mas menos aos médicos", lamentou William Dab, professor da cátedra de Higiene e Segurança no Conservatório Nacional das Artes de Paris.
    Segundo ele, as mudanças climáticas não são "um risco a mais", entre outros, e sim "uma mudança de escala do risco", dada a quantidade de pessoas expostas.
    O Observatório Nacional sobre os Efeitos do Aquecimento Global (Onerc) sugere algumas maneiras de combater esses efeitos das mudanças climáticas na saúde, entre elas umas supervisão maior dos agentes infecciosos e da qualidade da água e do ar.