segunda-feira, 3 de setembro de 2012

http://youtu.be/fj_dNK5HS9g

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Existe homem perfeito?


Não há mulher que nunca tenha idealizado o homem perfeito. Porém, a realidade é bem diferente e quando não nos damos conta disso antes de engatarmos um relacionamento, na certa encontraremos pela frente desilusões e muitosofrimento.

Quem faz esta constatação é o Dr. Mário Sabha Jr., PhD em Neuroanatomia Humana e Terapeuta Metafísico. “O relacionamento não faz as pessoassofrerem, mas em decorrência das inúmeras ilusões que as pessoas criam, mesmo que imperceptivelmente, acabam experimentando um relacionamento amargo”, afirma.

Quando a vida a dois está em crise, acontece também a falta de desejo, de beijo e de abraço, levando o casal ao que o especialista chama de neurose a dois. Dr. Sabha explica que essa neurose é uma parte da nossa personalidade que não se desenvolveu. Somos cobrados socialmente a sermos ou parecermos o que não somos. Desta forma, não ressaltamos os nossos potenciais, apagando a naturalidade que nos diferencia das outras pessoas.

“Nos relacionamentos acontece algo parecido. Cada uma das partes espera que o parceiro ofereça a segurança, o apoio, a força e o potencial que ela mesma reprimiu em si no passado”. A partir daí, surgem as cobranças e brigas de disputa pelo poder de dominação para que o outro mude e preencha suas carências. “Neste momento, está instalada a neurose e a imaturidade afetiva na vida do casal”, completa o terapeuta.

Segundo o Dr. Mário, algumas pessoas acham que são mais respeitadas quando dizem que estão casados. E muitas delas confessam que ainda esperam que o parceiro mude, mesmo depois de 20 ou 30 anos de relacionamento. “Este comportamento contribui para a acomodação. Além disso, é uma situação conveniente para quem se torna dependenteemocionalmente e financeiramente do outro”.


Essa situação pode dar origem a muitas doenças físicas, uma vez que elas começam no campo emocional e psicoafetivo. Conheça algumas delas:


- Insegurança e o medo: problemas renais, dores ciáticas e nos ossos;


- Irritação e raiva: problemas no fígado e vesícula biliar;


- Preocupações e ansiedade: problemas no estômago, tecido conjuntivo e baço, diminuindo a ação do sistema imunológico;


- Tristeza e pesares: problemas no trato respiratório, pulmonares e gastrointestinais;


- Mágoas e instabilidades de humor: problemas de pressão arterial e do coração.


Essa sucessão de desilusões terá fim quando a pessoa passar a enxergar a realidade à sua volta. “Desquitem-se dos ‘parceiros ideais’, pois eles só existem no mundo da imaginação, e casem-se com o parceiro ‘real’. Olhe para a pessoa que está de verdade ao seu lado. Ela geralmente tem muito a oferecer. Caso contrário, sempre que você se relacionar com o homem real vai se decepciona, porque ele não chega aos pés do parceiro idealizado”, alerta Dr. Mário



    domingo, 18 de setembro de 2011

    Carta de Abraham Lincoln

    "Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.

    Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.

    Ensine-o a ser gentil com os gentís e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.

    Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram. Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.

    Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso. Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.

    Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."

    Abraham Lincoln, 1830

    domingo, 17 de julho de 2011

    Dossiê Napoleão




    Dossiê Napoleão: A segunda morte do Imperador

    Napoleão repousa no Museu dos Inválidos? O escritor Georges Rétif acredita que ele foi envenenado pelos ingleses, que teriam substituído seu corpo no caixão para ocultar o assassinato.

    por Bruno Roy-Henry

    Santa Helena, 15 de outubro de 1840, cerca de 13 horas. Os generais Bertrand e Gourgaud, Emmanuel de Las Cases e os antigos servidores de Napoleão Bonaparte prendem o fôlego: o que irão descobrir no momento da retirada da tampa da urna funerária? Os 19 anos passados não teriam transformado o corpo num esqueleto hediondo? Não! Para surpresa geral, os restos de Napoleão aparecem milagrosamente conservados.

    Em 15 de dezembro de 1840, a França organiza o retorno solene dos restos mortais de seu imperador, na presença do rei Luís Felipe, das autoridades de Estado e daqueles que continuavam fiéis a Napoleão Bonaparte.Cento e vinte e nove anos mais tarde, em 1969, cabe à República, presidida por Georges Pompidou, conferir pompa à comemoração do bicentenário do nascimento de Napoleão. E é este o momento escolhido pelo escritor Georges Rétif de la Bretonne para escandalizar a opinião pública com sua obra Anglais, rendez-nous Napoléon!, na qual afirma que restos de imperador não repousam no Museu dos Inválidos. A afirmativa é imediatamente refutada pelo coronel MacCarthy, na época curador do Museu dos Inválidos.A tese de Georges Rétif assim pode ser resumida: os companheiros de Napoleão, não desejando que sua fealdade física fosse legada à posteridade, decidem, depois de informar o governo britânico, substituir a máscara mortuária do herói pela de Cipriani Franseschi, mordomo da casa de Longwood, em Santa Helena, morto em fevereiro de 1818.

    A partir desta idéia, o governo inglês acredita que pode levar a fraude adiante substituindo, sem riscos, os restos de Cipriani pelo corpo do imperador. Assim, os despojos de Napoleão foram transferidos para a Inglaterra - onde ainda estariam. Os companheiros de Bonaparte presentes, cúmplices agora, não podem protestar no momento da abertura do caixão, em 15 de outubro de 1840.

    Um dos argumentos mais perturbadores apresentados por Georges Rétif recai sobre o estado de conservação do corpo, na exumação realizada em 1840. Segundo testemunhas, o imperador estava perfeitamente reconhecível, como se tivesse sido mumificado. Ora, seu cadáver fora hermeticamente fechado em um caixão de folha-de-flandres, em 7 de maio de 1821, mais de 49 horas após o óbito. O coração e o estômago foram extraídos no momento da autópsia realizada pelo doutor Antommarchi.Segundo as testemunhas do sepultamento - Marchand, criado de Napoleão, o general Bertrand, o conde de Montholon e alguns oficiais ingleses -, o corpo do imperador exalava um odor horrível, e seu rosto já estava desfigurado, sinais clássicos de putrefação. O processo de degradação dos tecidos poderia ter sido interrompido a ponto de, aproximadamente 20 anos mais tarde, nos encontrarmos diante de um corpo quase intacto? A ciência médico-legal poderia explicar a interrupção, quase instantânea, da decomposição de um cadáver? Dentre os pareceres que chegaram a mim, em primeiro lugar é necessário lembrar a avaliação do doutor Vignolles, já falecido, que me escrevia em 1989: Efetivamente, a aparente conservação do corpo de Napoleão traz alguns problemas médico-legais [...]. Entretanto, [...] considero quase impossível que os restos mortais do imperador pudessem estar suficientemente conservados a ponto de serem reconhecidos 20 anos depois. Mais tarde, Vignolles acrescentaria: Contudo, me parece que, frente à precisão dos depoimentos, aqueles que assistiram à exumação de Napoleão estavam na presença de um cadáver previamente ?tratado? (para não dizer mumificado).

    Seria ótimo se a medicina legal nos desse uma solução incontestável. Todavia, alguns contestam o estado de putrefação inicial. O doutor Chatenet, médico legista e perito do tribunal de apelação de Poitiers, conclui pela adipocera precoce. Trata-se de um processo de saponificação, pelo qual as gorduras transformam os tecidos em uma espécie de sabão. Muitos indícios levam a esta hipótese, como observa o doutor Chatenet, mas a descrição surpreende pela ausência total de modificação, 19 anos depois. A pele, no caso de adipocera, é marrom, freqüentemente grossa e ?cartonada?. Nada disso ocorre com o corpo exumado de Santa Helena.

    Putrefato em 1821, reaparece o corpo em bom estado em 1840Poderia tratar-se de mumificação? É uma possibilidade. Sob esse prisma, o doutor Chatenet examina a hipótese de o corpo de Napoleão ter sido objeto de embalsamamento sem o conhecimento das autoridades britânicas. Conseqüentemente, é necessário convir que a adipocera é o fenômeno bioquímico que melhor explica a conservação do corpo do imperador.Resta uma hipótese, considerada pelo doutor Chatenet: o corpo de Napoleão, previamente impregnado de substâncias que contêm arsênico, não sofreu nenhuma putrefação. Hipótese que põe em evidência o dossiê sobre o envenenamento de Napoleão Bonaparte. Ele foi envenenado com arsênico, fato que explica a surpreendente conservação de seu cadáver. Tese reforçada por Ben Weider, responsável pela análise realizada nos laboratórios do FBI ? a polícia federal americana - dos cabelos de Napoleão, retirados em Santa Helena antes e depois de sua morte. Não se pretende reabrir esse dossiê. Notemos que o suposto envenenamento forneceu motivo para as autoridades inglesas substituírem o cadáver.Entretanto, algumas explicações do coronel MacCarthy são aceitáveis. Às vezes, Rétif de la Bretonne força um pouco a dose. É o que acontece com a famosa distorção observada entre a descrição do sepultamento, que menciona apenas três tampas, e a presença devidamente comprovada de quatro tampas no momento da exumação. Nesse ponto, o militar parece ganhar do escritor. Em contrapartida, a descrição feita por Marchand e Antommarchi da forma como estava vestido o corpo de Napoleão é objeto de controvérsias.

    Sabemos que o imperador foi sepultado com a farda habitual de coronel dos Caçadores da Guarda, com o grande colar da Legião de Honra, a cruz de oficial em ouro, a coroa de louros e a cruz da Ordem da Reunião. Os detalhes da vestimenta parecerão fastidiosos ao leitor, mas são essenciais para a compreensão da seqüência.

    Resta-nos reconstruir o quadro feito por Rétif - e contestado por Mac Carthy - que ressalta as diferenças entre o sepultamento de 1821 e a exumação de 1840. É preciso reconhecer que ninguém - nem mesmo Marchand - mencionou precisamente se o colar da Legião de Honra tinha sido colocado sobre a roupa, como o imperador o utilizava nas cerimônias, e não sob a roupa, como fazia habitualmente. Portanto, nada podemos afirmar sobre o grande colar. Nesta questão, é impossível dar razão a um ou a outro. Já o argumento sobre a ausência da Ordem da Reunião é surpreendente.Os depoimentos são formais: o sepultado de 1821 traz a condecoração; o exumado de 1840, não! Os céticos dirão que o ornamento poderia ter se desprendido, o que é possível, embora improvável. Atenção! Eis o melhor para o final: em 1821, Napoleão é sepultado com pequenas esporas de prata - fato indubitável.Nenhuma das testemunhas de 1840 menciona as esporas: nem o doutor Guillard, nem os filhos de Las Cases, nem o general Gourgaud ou mesmo Bertrand. É possível que não as tenham notado? Poderemos sempre objetar que as testemunhas não tiveram tempo de mencioná-las, ou que as esporas não foram vistas por estarem escurecidas ou desamarradas (de novo!), a menos que não sejam as duas coisas ao mesmo tempo. Se procedente, esta tese inquietava os admiradores de Napoleão. O testemunho de Emmanuel de Las Cases não permite que prevaleça.Eis o testemunho do camareiro do imperador no diário escrito a bordo do Belle-Poule: Entre as botas, cujo couro em torno dos pés não se reconhecia mais, mas que se mantinha preto no resto das pernas, estavam os dois vasos de prata.

    Os vasos continham o coração e o estômago de Napoleão, que Antommarchi afirma ter colocado nos cantos inferiores do caixão. Mas isso não é o mais importante. Incontestável é a seguinte passagem: o couro em torno dos pés estava irreconhecível. A precisa observação de Las Cases não menciona, de forma alguma, as esporas de prata, que também não são mencionadas em outros depoimentos, sobretudo no testemunho do doutor Guillard, que esteve mais próximo do corpo. As demais testemunhas não estiveram próximas do corpo, bem entendido.

    Mas, diremos, as esporas se soltaram e, por estarem escurecidas, não foram vistas! É uma hipótese singular, mas pouco plausível, considerando-se o tipo de fecho dessas esporas. Um fecho com uma lingüeta de couro pode apodrecer, mas deve-se considerar que a maioria das esporas possui um mecanismo que garante a integridade do conjunto: um semifecho que, ao contornar o tornozelo, junta-se a outro, que passa sob a sola.De todos os argumentos apresentados para explicar as diferenças entre os depoimentos do sepultamento e os da exumação, este é o menos crível. O próprio coronel Mac Carthy não achou que deveria se explicar a esse respeito. Curioso para um velho cavaleiro... Firmemente ligadas ao redor de cada bota, mesmo admitindo-se que a lingüeta de couro tenha se rompido, as esporas não se desprenderiam dos tornozelos do imperador.Las Cases ressalta, também, que os pés das botas estavam apoiados sobre os saltos! Nada de esporas nos saltos... Onde foram parar? Aqui está o elemento incontestável que fornece a chave para todo o resto. É preciso, pois, recuperar todas as observações precedentes que nos permitem pensar na substituição do corpo de Napoleão. Recapitulando: a cruz da Ordem da Reunião não se desprendeu; o colar da Legião de Honra foi colocado no pescoço, como era usual em ocasiões de gala; os vasos de prata estavam nos cantos do caixão, e não entre os pés do imperador.No mínimo, os fatos acima provam que o caixão do imperador foi reaberto entre 1821 e 1840. Para reforçar esta tese, há outro argumento: o fato de o caixão de folha-de-flandres embora fechado em outro, de chumbo, e igualmente selado ? apresentar traços de oxidação, a ponto de impedir que pudéssemos soldar sua tampa novamente. Na falta de uma conclusão definitiva, a questão da identidade do exumado de 1840 e a de Napoleão está relançada!

    Bruno Roy-Henry é jurista. Ele é co-autor de uma obra sobre os empréstimos russos e autor de L`expédition d`Irlande, sobre o desembarque do general Humbert em solo irlandês, em 1798.

    segunda-feira, 16 de maio de 2011

    Viver um dia por vez...





    Na escola da vida, a lição que precisaríamos aprender,
    para uso consciente e determinado,
    seria conseguirmos viver um dia de cada vez.
    Sem atropelos, nem fadigas.
    Sem ansiedades, e sem angústias.
    Ontem já foi ontem.
    Já é passado.
    Não tornará mais, nunca mais.
    Hoje é hoje, é presente.
    É o agora.
    É o ludíbrio do instante que passa.
    Amanhã é futuro.
    Trará consigo seus próprios cuidados e temores.
    A cada dia é suficiente seu próprio cuidado.
    Viva o seu hoje, hoje.
    Viva-o com intensidade.
    Mas não queira viver o seu amanhã, hoje, e nem o seu ontem, agora.
    Viva um dia de cada vez.
    E já é muito, e já é suficiente.
    Nossas preocupações neurotizantes com o nosso amanhã

    não aumentarão e nem diminuirão o volume e o tamanho dos problemas que nos esperam.
    O ontem é experiência, é lição sofrida e aprendida.
    É degrau na escada ascendente de nossa experiência pessoal.
    É contribuição à nossa maturidade.
    Ontem, hoje, e amanhã.
    Dias, momentos e tempos bem diferentes, entre si.
    E tudo de enorme valia.

    Você é quem decide



    Você é quem decide o que vai ser
    eterno em você, no seu coração.
    Deus nos dá o dom de eternizar em nós
    o que vale a pena, e esquecer
    definitivamente aquilo que não vale...

    Acho que a felicidade é
    Uma espécie de susto
    Quando você vê já aconteceu .
    Ela é justamente uma
    Construção pequena de
    Todos os dias

    As Três Peneiras de Sócrates




    Quem conhece os outros é inteligente.
    Quem conhece a si mesmo é iluminado.
    Quem vence os outros é forte.
    Quem vence a si mesmo é invencível!!

    As Três Peneiras de Sócrates


    Um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:
    - Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu !
    - Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.
    - Três peneiras ? Que queres dizer ?
    - Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade ?
    - Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.
    - A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não ?
    Envergonhado, o homem respondeu:
    - Devo confessar que não.
    - A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo ?
    - Útil ? Na verdade, não.
    - Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti.

    sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

    Um sorriso



    O sorriso é o elo entre a alma e o mundo, e tem a força de despertar no coração uma amizade profunda e duradoura, o começo de um romance, a aliança de um amor, ou o perdão incondicional. Ele trás a alegria, a esperança e a doçura dos sentimentos, expressando a força que o coração contém.

    Por isso, extravasse tudo que leva em seu íntimo e lave a alma, jogando no ar um pouco da bondade, e do carinho existente em você. Um sorriso franco é como a brisa num dia de verão, trazendo ao coração o frescor suave do viver, fazendo renascer a esperança.

    É delicioso ver alguém expressar nele um gesto de amor, solidariedade e amizade! Ele é como lenha para o fogo num coração desejoso de ser aquecido... é o amanhecer que chega de mansinho, dissipando o breu da noite... e trás em suas asas os raios do sol, inundando de luz e contaminando todos ao seu redor!

    Plante um sorriso e veja o desabrochar de uma flor num jardim especial... deixe sua marca registrada - sorria!

    quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

    Borboletas


    Com o tempo você vai percebendo
    que para ser feliz com outra pessoa,
    você precisa em primeiro lugar
    não precisar dela.
    Percebe também que aquela pessoa
    que você amou ou acha que ama, e que
    não quer nada com você, definitivamente,
    não é a pessoa da sua vida.
    Você aprende a gostar de você, a cuidar
    de você, e principalmente, a gostar de
    quem também gosta de você.
    O segredo é não correr atrás das borboletas...
    é cuidar do jardim para que elas venham até você.
    No final das contas, você vai achar, não quem
    você estava procurando, mas quem estava procurando por você...!

    domingo, 30 de janeiro de 2011

    Felipe Neto, Políticos

    sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

    Malefícios do Crack



    Pacientes Especias na odontologiaO crack deriva da planta de coca. Para produzir o crack, a pasta de cocaína é diluída em solventes. O ácido sulfúrico está entre eles. Outra substância com capacidade parecida de destruição é o ácido clorídrico que, quando inalado, pode causar ferimentos graves na garganta e na boca. Também são usados bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, entre outras substâncias. O produto transforma-se em grãos fumados em cachimbos. O usuário aspira o vapor para dentro de seus pulmões, entrando na corrente sanguínea. Como o crack é inalado na forma de fumaça, ele chega ao cérebro muito mais rápido que a cocaína em pó.Ao mesmo tempo em que cria uma sensação de alegria no usuário, o crack também deixa muitos efeitos significativos e potencialmente perigosos no corpo. .A ação do crack é sobre o sistema nervoso central, provocando aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação, maior aptidão física e mental. Os usuários apresentam problemas no sistema respiratório como congestão nasal, tosse, expectoração de muco preto e sérios danos nos pulmões. A droga também pode afetar o trato digestivo, causando náusea, dor abdominal, perda de apetite com consequente perda de peso e desnutrição. Se inalado junto com o álcool, o crack aumenta o ritmo cardíaco e a pressão arterial o que pode levar a resultados letais. Os efeitos psicológicos imediatos do Crack são: euforia, sensação de poder e aumento da autoestima. Com o uso constante da droga, aparecem um cansaço intenso, uma forte depressão e desinteresse sexual. Com o tempo, o usuário fica inquieto e irritado. Em grandes quantidades, o crack pode deixar a pessoa extremamente agressiva, paranoica e fora da realidade. O cuidado pessoal passa a não existir mais e a autoestima fica baixa. A droga destrói os neurônios e promove a degeneração dos músculos do corpo (rabdomiólise), causando a aparência esquelética no indivíduo: ossos da face salientes, pernas e braços finos e costelas aparecendo.
    As pessoas que o utilizam o crack, mesmo poucas vezes, correm riscos de sofrer infarto, derrame, problemas respiratórios e problemas mentais sérios. A gravidade do crack é maior porque sua dependência se instala em pouco tempo no organismo. Na boca, podem ser observadas queimaduras nos lábios, língua e garganta por causa da forma de consumo da substância. No caso de compartilhar o cachimbo, essas lesões podem aumentar o risco de contaminação pelo vírus HIV (AIDS), das hepatites B e C, herpes entre outras infecciosas.Ao entrar em contato direto com a boca, a fumaça danifica o esmalte, a gengiva e os nervos dos dentes, pois existe a redução da capacidade tampão da saliva (manter estável pH da boca), a diminuição da quantidade de cálcio e fosfatos facilitando a erosão dentária. Isso é causado pelo ácido sulfúrico, que faz parte da composição química do crack, e promove uma maior desmineralização no esmalte dentário. Parece haver redução no fluxo salivar de usuários, o que favorece a maior prevalência de cáries. São referidas, na bibliografia e observações clínicas, muitas perdas dentárias em usuários de crack. É observada também maior prevalência de câncer de garganta.
    A inflamação nos tecidos que suportam os dentes (doença periodontal), inflamação na gengiva (gengivite), mau hálito (halitose), inflamação nos cantos da boca (queilite angular) e lesão causada por fungos, conhecida como sapinho (candidíase), são os principais achados em pacientes que fazem uso de drogas. A perda da autoestima e mudanças no padrão de comportamento influem no descuido quanto à higiene geral e bucal . É dever dos profissionais da área de saúde identificar e saber tratar um paciente usuário de drogas ilícitas, minimizando seus efeitos e acompanhando para o tratamento no vício. A odontologia tem possibilitado a atuação de um maior número de profissionais no tratamento especializado ao paciente que faz uso de drogas que, por suas características, constitui uma nova categoria de paciente especial.
    Os principais efeitos da cocaína, do crack e do álcool na boca e nos dentes são:
    Diminuição de saliva (xerostomia)
    Problemas periodontais
    Cáries
    Perda de dentes Fernanda FrancoEspecialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais

    1808



    A fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro ocorreu em um dos momentos mais apaixonantes e revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo. O propósito deste livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é resgatar e contar de forma acessível a história da corte lusitana no Brasil e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. '1808 - Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil' é o relato sobre um dos principais momentos históricos brasileiros.

    O Mundo de Sofia




    O Mundo de Sofia (Sofies verden em norueguês) é um romance escrito por Jostein Gaarder, publicado em 1991. O livro foi escrito originalmente em norueguês, mas já foi traduzido para mais de 50 línguas, teve sua primeira edição em português em 1995, que atualmente se encontra em sua 70ª reimpressão. Somente na Alemanha foram vendidos 3 milhões de cópias.
    O livro funciona tanto como romance, como um guia básico de filosofia. Também tem temas conservacionistas e a favor da ONU. Em 1999, foi adaptada para um filme norueguês; entretanto, não foi largamente publicado fora da Noruega. Esse filme também foi apresentado como uma minissérie na Austrália, se não em outros lugares. Também foi adaptado para jogo de PC pela Learn Technologies em 1998.Recentemente, em 2008 essa versão cinematográfica do livro foi lançado no Brasil oficialmente em DVD.

    Sinopse
    Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.
    O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo surpreendente.

    Stalin



    A longa trajetória de Stalin, desde o princípio da Revolução Russa (1917)até sua morte em 1953, explicitando os bastidores do terror político soviético naquele período,e mostrando a personalidade dura e controvertida de Stalin. Ótima reconstituição histórica, com cenas filmadas no próprio Kremlin, o filme é uma aula de história em todos os sentidos, enriquecido com interpretações magistrais de Robert Duvall no papel de Stalin , e um grande elenco de astros internacionais, entre eles Maximilian Schell no papel de Lenin. Narrado pela própria filha de Stalin, Svetlana Alliluyeva, que escreveu um livro chamado chamado Vinte Cartas a um Amigo, trazendo a público os bastidores do poder que vivenciou junto ao seu pai.

    quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

    Felicidade



    A Felicidade não vem embrulhada
    Num belo papel de presente
    Com seu nome, endereço e telefone...
    A Felicidade só existe se você a conquistar,
    Se lutar por ela, terá a vitória de conquista.



    "Não há Vitória se não há luta!!!"
    E não há derrota enquanto há vida!
    A vida é formada por "Momentos", felizes e tristes;
    Mas os tristes só atuam se você permitir...

    Estrela



    "Você traz consigo estrelas que a vida concede.
    Estrelas de brilhar, estrelas de crescer, estrelas de encontrar
    o caminho do sonho que se persegue.
    Saber reconhecer as estrelas é o nosso destino.

    Porque há quem se encante com o brilho de estrelas
    que não são suas e se perde.
    Há quem deseje o brilho de outra mais distante e por isso
    passe quase todo o tempo como passageiro, a espera de
    um trem para lugar nenhum.

    Aceitar as estrelas que trazemos é o que faz a diferença
    entre o que queremos ser e o que verdadeiramente somos.

    Brilhar é acreditar na força que elas têm.

    E aí então, deixar que suas luzes se derramem alma a dentro.
    Que carregar as estrelas seja como conduzir um candeeiro para
    que, onde quer que se vá, possam todos perceber sua claridade."

    Cuide bem de sua estrela...ela é muito especial!

    Colaboração: Suzi Peixoto

    Os Invasores

    Navegar é preciso

    Julgamentos de Nuremberg



    O termo Julgamentos de Nuremberg (oficialmente Tribunal Militar Internacional vs. Hermann Göring et al.) aponta inicialmente para a abertura dos primeiros processos contra os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial, dirigentes do nazismo, ante o Tribunal Militar Internacional (TMI) ("International Military Tribunal" IMT) em 20 de novembro de 1945, na cidade alemã de Nuremberg.
    Após estes julgamentos, foram realizados os Processos de Guerra de Nuremberg, que também levam em conta os demais processos contra médicos, juristas, pessoas importantes do Governo entre outros, que aconteceram perante o Tribunal Militar Americano e onde foram analisadas 117 acusações contra os criminoAcusados e suas penas
    O tribunal de Nuremberg decretou 12 condenações à morte, 3 prisões perpétuas, 2 condenações de 20 anos de prisão, uma de 15 e outra de 10 anos. Hans Fritzsche, Franz von Papen e Hjalmar Schacht foram absolvidos.
    Nome
    Cargo
    Condenação
    Martin Bormann
    Vice-líder do Partido Nazista e secretário particular do Führer
    Morte por enforcamento (In absentia)
    Karl Dönitz
    Presidente da Alemanha e comandante da Kriegsmarine
    10 anos
    Hans Frank
    Governador-geral da Polônia
    Morte por enforcamento
    Wilhelm Frick
    Ministro do Interior, autorizou as Leis de Nuremberg
    Morte por enforcamento
    Hans Fritzsche
    Ajudante de Joseph Goebbels no Ministério da Propaganda
    Absolvido
    Walther Funk
    Ministro de Economia
    Prisão perpétua
    Hermann Göring
    Comandante da Luftwaffe, Presidente do Reichstag e Ministro da Prússia.
    Morte por enforcamento (suicidou-se antes de ser enforcado)
    Rudolf Hess
    Vice-líder do Partido Nazista
    Prisão perpétua
    Alfred Jodl
    Chefe do OKW
    Morte por enforcamento
    Ernst Kaltenbrunner
    Chefe do RSHA e membro de maior escalão da Schutzstaffel vivo.
    Morte por enforcamento
    Wilhelm Keitel
    Comandante-em-Chefe da Wehrmacht
    Morte por enforcamento
    Gustav Krupp
    Industrial que usufruiu de trabalho escravo
    Acusações canceladas por saúde debilitada
    Robert Ley
    Chefe do Corpo Alemão de Trabalho
    Suicidou-se na prisão
    Konstantin von Neurath
    Ministro das Relações Exteriores, Protetor da Boêmia e Morávia
    15 anos
    Franz von Papen
    Ministro e vice-chanceler
    Absolvido
    Erich Raeder
    Comandante-chefe da Kriegsmarine
    Prisão perpétua
    Joachim von Ribbentrop
    Ministro das Relações Exteriores
    Morte por enforcamento
    Alfred Rosenberg
    Ideólogo do racismo e Ministro do Reich para os Territórios Ocupados do Leste
    Morte por enforcamento
    Fritz Sauckel
    Diretor do programa de trabalho escravo
    Morte por enforcamento
    Hjalmar Schacht
    Presidente do Reichsbank
    Absolvido
    Baldur von Schirach
    Líder da Juventude Hitlerista
    20 anos
    Arthur Seyss-Inquart
    Líder da anexação da Áustria e Gauleiter dos Países Baixos
    Morte por enforcamento
    Albert Speer
    Líder nazista e Ministro de Armamentos
    20 anos
    Julius Streicher
    Chefe do periódico anti-semita Der Stürmer
    Morte por enforcamentosos.